Turma 501 O homem que enxergava a morte - Page 1 - Trabalho Literatura de cordel - 5º ano - Escola Parque - Gávea O HOMEM QUE ENXERGAVA A MORTE 5º ANO - 2011 TURMA 501 O HOMEM QUE ENXERGAVA A MORTE Era um homem pobre Teve o sétimo filhinho Estava preocupado Em achar um padrinho. Ao encontrar a Morte Ele foi sutil E a Morte Foi gentil. A Morte era maltratada Depois do convite A Morte se Sentiu encantada. Logo após o batizado A Morte fez Do homem pobre Um médico enfeitiçado. Se o homem visse A Morte no pé da cama Quer dizer que O paciente saiu da lama. Num belo dia A Morte veio para levá-lo Mas o homem Só conseguiu enganá-la. Num belo dia A Morte o levou E depois ela o disse Que a sua vela apagou. Bernardo Poppe O HOMEM QUE ENXERGAVA A MORTE Era um homem pobre Teve o sétimo filhinho Estava preocupado Em achar um padrinho. A Morte apareceu Um cargo importante O homem lhe ofereceu De madrinha ser. A Morte agradecida ficou E em um médico importante Ela o transformou E ele ficou rico de montão. A Morte explicou Na cabeceira era sorte E no pé da cama... Vinha a Morte. Certo dia uma paciente chegou E a Morte quase a levou Mas o homem não deixou Então a Morte se irritou. A Morte se determinou De levar o homem Mas ele falou: “Deixa eu terminar minha reza”. A Morte lhe concedeu Mas no meio da reza O homem interrompeu E disse que nunca ia parar. Era um dia comum Viu uma jovem morta de grande porte O homem rezou E quando olhou era a Morte. A Morte falou Dessa você não me escapa O homem triste ficou E vestiu da Morte a capa. Catarina Procópio O HOMEM QUE ENXERGAVA A MORTE Era um homem pobre Teve o sétimo filhinho Estava preocupado Em achar um padrinho. Encontrou a Morte Pediu para ser padrinho Estava com sorte Ela aceitou rapidinho. A Morte ficou feliz E lhe deu um emprego Ele não ficou infeliz Porque tinha virado médico. Ele via o paciente Dizia se morria Ou se ele Ficaria. Ele observou uma moça E viu que ia morrer Enganou a Morte E fez viver. A Morte quis o levar Mas ele não deixou A Morte foi embora E ele não foi mais ficou. Depois de alguns anos A Morte voltou Disse que era a hora Mas ele a enganou. Sete anos passaram O velho não aguentou Fez uma reza E a Morte o levou. Clara Campos O HOMEM QUE ENXERGAVA A MORTE Era um homem pobre Teve o sétimo filhinho E estava preocupado Em arranjar um padrinho. Depois de alguns dias A Morte ele encontrou Ele foi gentil E madrinha ela virou. A Morte era maltratada E animada ficou Agora graças a ela Um médico ele virou. Ela aparecia Nas pontas da cama E ele dizia Se iria viver ou morrer. O homem ficou rico Sempre acertava E muito dinheiro Agora ele ganhava. Até que um dia A Morte dele chegou Ele pediu mais um aninho E ela deixou. O tempo acabou E ele pediu um favor Só quando acabar de rezar Ele sente a dor. Ele demorou anos Até que ele rezou A um homem morto E a Morte o levou. Clara Moreira Cardoso O HOMEM QUE ENXERGAVA A MORTE Era um homem pobre Teve o sétimo filhinho Estava preocupado Em achar um padrinho. Encontrou a Morte Que sempre foi maltratada Depois do convite Ficou encantada. Para ser o padrinho Um médico seria Esperto ficou e O destino predizia. Um dia a Morte chegou Mostrando para ele que O paciente morreria E não tinha como evitar. O paciente sobreviveu E a morte se estressou E disse para ele: Sua hora chegou. Para um lugar estranho A Morte o levou Dizendo para ele: A sua vela apagou. Eric Lott O HOMEM QUE ENXERGAVA A MORTE Era um homem pobre Teve o sétimo filhinho Estava preocupado Em achar um padrinho. A Morte apareceu E o homem lhe ofereceu Um cargo importante De madrinha ser. A Morte agradecida ficou E em um médico importante Ela o transformou E rico ele ficou. A Morte explicou Na cabeceira era sorte E no pé da cama Vinha a morte. Um dia uma paciente chegou A Morte quase a levou Mas a cama se virou E na cabeceira a Morte ficou. A paciente melhorou E feliz ela ficou A Morte se irritou E quase o levou. A Morte então fez um trato Mais alguns anos mas depois levava O homem aceitou E grato ele ficou. O homem a enganou Disse que iria Mas somente depois De uma reza bem bonita. Rezou até o meio Depois ele parou Disse que não iria. Então ela se irritou Certo dia estava caminhando Quando viu Um morto deitado. Então ele foi ver Rezou para que vivesse Quando abriu os olhos Era a Morte. Fernanda Estrela O HOMEM QUE ENXERGAVA A MORTE Era um homem muito pobre Teve o sétimo filhinho Estava preocupado Em achar um padrinho. A Morte ele encontrou Ele lhe pediu um favor Pediu para ser padrinho Do seu pobre filhinho. A Morte o transformou Em um médico ele se tornou Mas uma condição lhe avisou Se ela estivesse na cabeceira, a pessoa teria vida Se estivesse no pé da cama, já estava caída. O homem rico ficou Sobre a vida ele nunca errou. Foi na casa da menina Avaliar sua vida A Morte no pé da cama apareceu Mas a menina não morreu. Ele a salvou Pois a cama virou A Morte chateada ficou O tempo passou Pois sua hora chegou. A Morte veio buscá-lo Mas ele de novo conseguiu escapar O homem pediu para rezar A Morte pediu para ele se apressar Ele a enganou e um ano de vida ganhou. O homem um defunto encontrou De pé junto o homem rezou Mas era a Morte que o enganou Pois o fim dele chegou. Fernanda Ferreira Rollemberg O HOMEM QUE ENXERGAVA A MORTE Era um homem pobre Teve seu sétimo filinho Estava preocupado Em achar um padrinho Era um homem pobre Procurando uma madrinha Convidou a Morte Que ficou feliz como uma rainha Era um homem pobre Ficou experiente O homem virou médico E viu um primeiro paciente Era um homem pobre O homem enriqueceu Morte veio buscá-lo E ele faleceu. Gabriel Deane O HOMEM QUE ENXERGAVA A MORTE. Era um homem pobre Teve o sétimo filhinho Estava preocupado Em achar o padrinho. Encontrou a Morte Mais que sorte Ele ficou feliz E ela forte. Ela disse que médico Ele seria Que magia ele sentia. Se visse a Morte no lado da cama Saberia que A dama viveria No pé da cama Ela morreria. Um dia uma menina Ia perder sua vida O doutor não deixou E a menina salvou. E nesse acontecimento Para esse doutor Era o fim do cimento. Ele pediu para rezar o Pai Nosso Sendo o seu compadre A Morte aceitou Ele enrolou Mas no fim rezou. Gabriela Guimarães
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